Conta-se história de dois amigos que adoravam discutir. Discutiam tanto e sobre variados assuntos, que um dia atingiram o extremo da sua discussão: por não se entenderem, consultaram terceiros para apurar qual deles teria razão.
Ao longo do relacionamento de dois amigos, sempre tiveram necessidade de deixar claro quem é melhor em quê! E, por isso mesmo, quase todas as vezes que se encontravam (frequentemente) havia sempre um novo tema ao qual cada um se defende, apresentando os seus argumentos em prol das suas defesas.
Certo dia, caíram no tema beleza – cada um defendia que era mais bonito que outro. Obviamente, extremistas como eram nas suas discussões, não se contentariam com um empate [considero empate pois são só dois argumentos: ‘eu digo sim, tu dizes não – não vamos a lado nenhum, precisamos de mais alguém que diga sim ou não]… então, acordaram em consultar terceiros afim de apurarem quem realmente era mais bonito!
Como ambos frequentavam College, decidiram fazer sondagem junto às meninas do College. No dia seguinte da discussão tida, foram a avante com a sondagem; perguntaram a primeira, ela apontou um deles e o outro não ficou conformado, seguiram para outra e ela apontou o mesmo que foi apontado pela primeira, inconformado, foi perguntando a mais e mais raparigas e todas quantas foram sondadas, apontaram dedo ao mesmo!
Finalmente o resultado final surgiu! A sentença foi ditada! E a questão é e agora?!
Bem, como tudo na vida, cada acção tem as suas consequências! Quais poderão ser as consequências dessa disputa? A cena era apenas apurar quem seria o mais bonito dos dois. Porquê, pois, haverá outras consequências nisso? Uma resposta absurda disso seria: o corpo tem vários membros, com denominações diferentes mas se magoar um, todo o meu ser sente a dor dessa mágoa a um dos membros.
Dessa disputa saiu um amigo arrasado, frustrado e com uma auto-estima destruída. Mais do que tudo, provavelmente uma amizade enfraquecida!
O amigo vencedor, mais tarde cai em si e vê o quão longe foi – sentiu-se mal, apesar de ter ganho, por ter feito o que fez. “Foi uma ‘foolishness’” diz ele, lamentando.
Há questões que podem ser levantadas tais como: até que extremo devemos levar as nossas discussões? É mesmo necessário ganharmos todas as disputas? Não seria melhor dizermos que o outro é mais bonito que nós, só para não ‘enfraquecer amizade’ [citação dos meus ‘amigões’ de Setúbal]? Até que ponto devemos nos agarrar ao orgulho?
Contarei uma nova história, acerca de dois outros amigos, a qual abordará a última questão.
Até lá… Não sejam extremistas!
All the best!
whatcha!!!!!!!!
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