Na infinidade de episódios de uma vida ou vidas na terra, escolhi uma para partilhar convosco.
Muitos poderão pensar que algumas das histórias que aqui serão contadas poderão ser resultados de uma ficção ficcionada por mim mas são, mesmo, todas verdadeiras. Se, eventualmente ficcionar uma, mencionarei.
Certo dia, um indivíduo foi à uma caixa multibanco levantar uma certa quantia de dinheiro. Após ter efectuado a operação, tomou o seu caminho de volta para casa e atrás dela vinha um outro indivíduo, regressando do seu duro trabalho, cansado e com a conta bancária quase vazia.
O indivíduo que vinha da caixa multibanco, ia todo embalado para casa e com alguma falta de cuidado, colocou o dinheiro que levantou num curto bolso de casaco. Metendo a mão no bolso para tirar algo, sem perceber, caiu-lhe uma parcela do montante levantado!
Como o outro indivíduo que vinha do trabalho ia logo atrás dela, de repente viu algumas notas no chão e apressou-se em apanhá-las e contou-as e viu que eram 130 Libras: “ganhei o dia… quão jeito me dão estes 130 libras!” pensou para si mesmo e agradeceu a Deus por o ter abençoado com tal dinheiro. Mas de repente, reparou que uma pessoa estava a sua frente e andava apressada e então pensou que provavelmente, o dinheiro poderia pertencê-la. Bem, primeiro, ele tinha pensado que havia sido dádiva de Deus e agora já surgira uma suposta dona de dinheiro. Ele tinha que tomar uma decisão: ou ficava com o dinheiro ou então tentava devolver ao dono. Decisão rápida tinha que ser tomada, então ele recorreu a uma avaliação rápida do que seria mais apropriado. Ele usou um critério que se resume em: “E se nós trocássemos de lugar, o que quereria que me fizessem?” Ele já havia perdido coisas na vida e sabia a tamanha aflição de perder algo ainda por cima 130 Libras, nos dias de hoje! Então ele resolveu devolver, ou melhor apurar se dinheiro realmente pertencia ao indivíduo que ia à frente ou não. As suspeitas eram verdadeiras – o dinheiro realmente pertencia ao indivíduo que ia adiante dele, então devolveu-o todo o achado. Que burrinho néh? Imagino que para muito foi um acto de burrice.
Num instante, para si mesmo, lamentou dizendo: “e que jeito me iria dar este dinheiro…”. Mas, olhando para a cara agradecida do indivíduo que ia a frente dele, sentiu-se realizado, sem arrependimento por ter devolvido o achado!
‘Devemos avaliar as situações para saber se o que nos é cedido é ou não bênção, isto é, se é para nos testar ou para ficarmos com ele. Pode ser apenas um teste, que trará ou não bênção!’
Meses mais tarde, o indivíduo que achara dinheiro foi levantar também – 170 Libras. Efectuou a operação, mas por a caixa estar demorando muito, concluiu que houve um erro com a caixa multibanco e então foi para uma outra não longe dessa. Chegando a essa outra caixa, não estava podendo levantar a quantia pretendida – por excesso da quantia diária permitida. Estranhando, entrou no banco para saber o que se passava (a primeira caixa que usara era a do seu banco). Ao falar com a recepcionista do estabelecimento, essa ao consultar o histórico viu que ele realmente tinha levantado 170 Libras! Pânico chegou ao indivíduo! Ele argumentou que de facto tinha tentado levantar mas que o dinheiro não havia saído… ouvindo a conversa, veio e se apresentou um indivíduo que usou a caixa depois dele e disse: “olha, tu deixaste dinheiro na caixa quando saíste, acabei de o entregar no guiché agora mesmo!”
Ele foi com a recepcionista e ela se encarregou de pedir o dinheiro entregue. Então se lembrou do que havia feito há uns meses atrás e disse para si mesmo: “verdadeiramente, a semente que semearmos, da sua árvore colheremos frutos!”
E agradeceu a Deus por essa bênção!
Só não te esqueças, a forma como procederes com o teu próximo, alguém há de proceder da mesma forma para contigo!
whatcha!!!!!!!!
sábado, agosto 08, 2009
The foolish gamble! 'A "linda" aposta!'
Conta-se história de dois amigos que adoravam discutir. Discutiam tanto e sobre variados assuntos, que um dia atingiram o extremo da sua discussão: por não se entenderem, consultaram terceiros para apurar qual deles teria razão.
Ao longo do relacionamento de dois amigos, sempre tiveram necessidade de deixar claro quem é melhor em quê! E, por isso mesmo, quase todas as vezes que se encontravam (frequentemente) havia sempre um novo tema ao qual cada um se defende, apresentando os seus argumentos em prol das suas defesas.
Certo dia, caíram no tema beleza – cada um defendia que era mais bonito que outro. Obviamente, extremistas como eram nas suas discussões, não se contentariam com um empate [considero empate pois são só dois argumentos: ‘eu digo sim, tu dizes não – não vamos a lado nenhum, precisamos de mais alguém que diga sim ou não]… então, acordaram em consultar terceiros afim de apurarem quem realmente era mais bonito!
Como ambos frequentavam College, decidiram fazer sondagem junto às meninas do College. No dia seguinte da discussão tida, foram a avante com a sondagem; perguntaram a primeira, ela apontou um deles e o outro não ficou conformado, seguiram para outra e ela apontou o mesmo que foi apontado pela primeira, inconformado, foi perguntando a mais e mais raparigas e todas quantas foram sondadas, apontaram dedo ao mesmo!
Finalmente o resultado final surgiu! A sentença foi ditada! E a questão é e agora?!
Bem, como tudo na vida, cada acção tem as suas consequências! Quais poderão ser as consequências dessa disputa? A cena era apenas apurar quem seria o mais bonito dos dois. Porquê, pois, haverá outras consequências nisso? Uma resposta absurda disso seria: o corpo tem vários membros, com denominações diferentes mas se magoar um, todo o meu ser sente a dor dessa mágoa a um dos membros.
Dessa disputa saiu um amigo arrasado, frustrado e com uma auto-estima destruída. Mais do que tudo, provavelmente uma amizade enfraquecida!
O amigo vencedor, mais tarde cai em si e vê o quão longe foi – sentiu-se mal, apesar de ter ganho, por ter feito o que fez. “Foi uma ‘foolishness’” diz ele, lamentando.
Há questões que podem ser levantadas tais como: até que extremo devemos levar as nossas discussões? É mesmo necessário ganharmos todas as disputas? Não seria melhor dizermos que o outro é mais bonito que nós, só para não ‘enfraquecer amizade’ [citação dos meus ‘amigões’ de Setúbal]? Até que ponto devemos nos agarrar ao orgulho?
Contarei uma nova história, acerca de dois outros amigos, a qual abordará a última questão.
Até lá… Não sejam extremistas!
All the best!
whatcha!!!!!!!!
Ao longo do relacionamento de dois amigos, sempre tiveram necessidade de deixar claro quem é melhor em quê! E, por isso mesmo, quase todas as vezes que se encontravam (frequentemente) havia sempre um novo tema ao qual cada um se defende, apresentando os seus argumentos em prol das suas defesas.
Certo dia, caíram no tema beleza – cada um defendia que era mais bonito que outro. Obviamente, extremistas como eram nas suas discussões, não se contentariam com um empate [considero empate pois são só dois argumentos: ‘eu digo sim, tu dizes não – não vamos a lado nenhum, precisamos de mais alguém que diga sim ou não]… então, acordaram em consultar terceiros afim de apurarem quem realmente era mais bonito!
Como ambos frequentavam College, decidiram fazer sondagem junto às meninas do College. No dia seguinte da discussão tida, foram a avante com a sondagem; perguntaram a primeira, ela apontou um deles e o outro não ficou conformado, seguiram para outra e ela apontou o mesmo que foi apontado pela primeira, inconformado, foi perguntando a mais e mais raparigas e todas quantas foram sondadas, apontaram dedo ao mesmo!
Finalmente o resultado final surgiu! A sentença foi ditada! E a questão é e agora?!
Bem, como tudo na vida, cada acção tem as suas consequências! Quais poderão ser as consequências dessa disputa? A cena era apenas apurar quem seria o mais bonito dos dois. Porquê, pois, haverá outras consequências nisso? Uma resposta absurda disso seria: o corpo tem vários membros, com denominações diferentes mas se magoar um, todo o meu ser sente a dor dessa mágoa a um dos membros.
Dessa disputa saiu um amigo arrasado, frustrado e com uma auto-estima destruída. Mais do que tudo, provavelmente uma amizade enfraquecida!
O amigo vencedor, mais tarde cai em si e vê o quão longe foi – sentiu-se mal, apesar de ter ganho, por ter feito o que fez. “Foi uma ‘foolishness’” diz ele, lamentando.
Há questões que podem ser levantadas tais como: até que extremo devemos levar as nossas discussões? É mesmo necessário ganharmos todas as disputas? Não seria melhor dizermos que o outro é mais bonito que nós, só para não ‘enfraquecer amizade’ [citação dos meus ‘amigões’ de Setúbal]? Até que ponto devemos nos agarrar ao orgulho?
Contarei uma nova história, acerca de dois outros amigos, a qual abordará a última questão.
Até lá… Não sejam extremistas!
All the best!
whatcha!!!!!!!!
segunda-feira, junho 08, 2009
"A minha vida está um inferno!"
Não poucos de nós já recorreram a esta célebre frase para resumir a sua “actual” situação de vida, isto é, pela reunião de acontecimentos na sua vida, a resume nessa frase – a minha vida está um inferno.
Bem, se pensarmos um bocado a respeito dessa afirmação deparamos com duas verdades: a primeira é que conseguimos identificar o estado da nossa vida e a segunda é que sabemos o que é o inferno.
Relativamente à primeira verdade contida na frase, pela conjugação de actividades, acontecimentos e consequências conseguimos distinguir o estado da nossa vida: está ou não bem; a fase em que nos encontramos é ou não boa; vivemos os melhores ou piores momentos; enfim… ninguém precisa de nos falar do nosso próprio estado porquanto nos conhecemos melhor que qualquer outra pessoa.
Quanto à segunda verdade, bem, suponho que se eu te sentasse e te dissesse: ‘…eu queria te ensinar algo novo: sabes o que é inferno? Bem, o inferno é…” (não iria passar daí porque não quererias que te falasse de uma coisa dessas!
Mas então, se nunca foste ensinado o que é o inferno, como, pois, és capaz de proferir tal afirmação? A verdade é que só falamos do que conhecemos e a verdade é que todos os que são capazes de afirmar “a minha vida está um inferno”, viveram uma “amostra” de inferno quando fizeram tal afirmação. A lógica é simples: nunca usamos tão bem uma palavra que desconhecemos e não só, até quando olhamos para o mundo, nos atrevemos a dizer que está um caos ou, até mesmo, um inferno. Porquê? Porque está mesmo!
Quando nos falam de inferno como lugar reservado para nós (a não ser que satisfaçamos as condições exigidas), dizemos que o inferno não existe ou não sabemos se existe. Nós conhecemo-lo, nós sabemos que existe, pois, fez ou faz parte da nossa vida. Pelo que nos é familiar.
Rematando, nós conhecemos o inferno por conseguirmos identificá-lo numa séria de acontecimentos ou experiencias no nosso quotidiano. Mas bem, eu não chamaria a esse inferno, ainda, e sim “amostra de inferno”. Se é apenas uma amostra significa que o verdadeiro inferno está por vir e ser vivido verdadeiramente. A Boa Nova é que não temos que passar por ele ou vivê-lo!
O verdadeiro inferno será semelhante ao vivermos os acontecimentos que nos levaram a afirmar a afirmação eternamente. Acabarão os momentos de alguma alegria (que às vezes temos aqui) e só terá lugar tudo o que não é agradável para nós, tormento, aperto e só teremos tempo de ranger os dentes. Para mim chega da amostra que tive, se há outra solução, então, buscarei esse solução e irei para o lado oposto. Não quero passar a minha eternidade nisso, antes, se também posso afirmar: “estou vivendo um pedaço de céu na terra!” ou “isto parece um paraíso!”, porque não buscar ir viver esse verdadeiro céu ou esse verdadeiro paraíso? Porque haveria eu de vir a passar a minha “vida” naquilo que repudio? Eu, definitivamente, buscarei esse céu ou paraíso, e quanto a ti, o que pretendes buscar?
[See you soon] [Este doc dá inicio ao meu 'depois']
Bem, se pensarmos um bocado a respeito dessa afirmação deparamos com duas verdades: a primeira é que conseguimos identificar o estado da nossa vida e a segunda é que sabemos o que é o inferno.
Relativamente à primeira verdade contida na frase, pela conjugação de actividades, acontecimentos e consequências conseguimos distinguir o estado da nossa vida: está ou não bem; a fase em que nos encontramos é ou não boa; vivemos os melhores ou piores momentos; enfim… ninguém precisa de nos falar do nosso próprio estado porquanto nos conhecemos melhor que qualquer outra pessoa.
Quanto à segunda verdade, bem, suponho que se eu te sentasse e te dissesse: ‘…eu queria te ensinar algo novo: sabes o que é inferno? Bem, o inferno é…” (não iria passar daí porque não quererias que te falasse de uma coisa dessas!
Mas então, se nunca foste ensinado o que é o inferno, como, pois, és capaz de proferir tal afirmação? A verdade é que só falamos do que conhecemos e a verdade é que todos os que são capazes de afirmar “a minha vida está um inferno”, viveram uma “amostra” de inferno quando fizeram tal afirmação. A lógica é simples: nunca usamos tão bem uma palavra que desconhecemos e não só, até quando olhamos para o mundo, nos atrevemos a dizer que está um caos ou, até mesmo, um inferno. Porquê? Porque está mesmo!
Quando nos falam de inferno como lugar reservado para nós (a não ser que satisfaçamos as condições exigidas), dizemos que o inferno não existe ou não sabemos se existe. Nós conhecemo-lo, nós sabemos que existe, pois, fez ou faz parte da nossa vida. Pelo que nos é familiar.
Rematando, nós conhecemos o inferno por conseguirmos identificá-lo numa séria de acontecimentos ou experiencias no nosso quotidiano. Mas bem, eu não chamaria a esse inferno, ainda, e sim “amostra de inferno”. Se é apenas uma amostra significa que o verdadeiro inferno está por vir e ser vivido verdadeiramente. A Boa Nova é que não temos que passar por ele ou vivê-lo!
O verdadeiro inferno será semelhante ao vivermos os acontecimentos que nos levaram a afirmar a afirmação eternamente. Acabarão os momentos de alguma alegria (que às vezes temos aqui) e só terá lugar tudo o que não é agradável para nós, tormento, aperto e só teremos tempo de ranger os dentes. Para mim chega da amostra que tive, se há outra solução, então, buscarei esse solução e irei para o lado oposto. Não quero passar a minha eternidade nisso, antes, se também posso afirmar: “estou vivendo um pedaço de céu na terra!” ou “isto parece um paraíso!”, porque não buscar ir viver esse verdadeiro céu ou esse verdadeiro paraíso? Porque haveria eu de vir a passar a minha “vida” naquilo que repudio? Eu, definitivamente, buscarei esse céu ou paraíso, e quanto a ti, o que pretendes buscar?
[See you soon] [Este doc dá inicio ao meu 'depois']
quinta-feira, maio 31, 2007
É hoje o dia!
Hoje E o Dia! NAo esperes pelo dia que nAo conheces, que nAo sabes como serA ou mesmo se chegarAs a esse dia pelo qual anseias. Vive o Hoje no seu absoluto! Eu sei que associas estas palavras ao Carpe Diem. contudo, eu sei que no fundo o teu Carpe Diem nAo E como deixas que seja (curtir ao mAximo sem limites!). Nao tu sabes que hA coisas muito mais importantes e que, se te dissessem que tinhas poucas horas de vida ou dias, nAo irias querer dormir com a pessoas com quem sonhas, nAo irias queres beber a bebida que nunca provaste, nao irias desejar fazer "merda(s)", nao quererias deixar ninguem triste. Nao irias preferir sair (ir a noite para te "divertires" pela ultima vez. Sabendo que o teu tempo e iminente, isto e, tanto partes no proximo segundo ou no proximo minuto ou hora, dia, semana, mês, ano, nao importa quando. mas ha uma coisa que tu sabes de certeza: COMO SER HUMANO, O TEU TEMPO NA TERRA e EMINENTE! e tu sabes que a vida E mais do que a fugacidade.
Nao desperdices o teu tempo. Talvez ao leres este pequeno texto, levantes uma serie que perguntas, nao hesites, conhecendo ou nao, responde-t ei.
"teem olhos mas nAo veem, teem ouvidos mas nao ouvem.." tens olhos, lê. tens a razao racionalize o que leste. foi te dado o livre arbitrio, usa-o da melhor forma! Dta
Nao desperdices o teu tempo. Talvez ao leres este pequeno texto, levantes uma serie que perguntas, nao hesites, conhecendo ou nao, responde-t ei.
"teem olhos mas nAo veem, teem ouvidos mas nao ouvem.." tens olhos, lê. tens a razao racionalize o que leste. foi te dado o livre arbitrio, usa-o da melhor forma! Dta
quinta-feira, março 24, 2005
Aceitação do Destino
Em primeiro lugar, começarei por repreender e ao mesmo tempo, mostrar à aqueles que ousam afirmar que a aceitação do Destino implica a negação da vontade própria do Homem para depois explicar a minha posição... Partindo de princípio que todos têm noção do conceito livre-arbítrio, prosseguirei o meu raciocínio. O Homem tem a liberdade de traçar o seu destino, através das suas escolhas. Um Pai responsabiliza-se de seu filho, enquanto este, lhe obedece. Enquanto obedientes, desde crianças até uma certa idade, os pais encaminham-nos para um certo caminho ideal, segundo os seus pontos de vista. Mas, a partir de uma certa altura começamos a “acordar”. essa altura coincide com a nossa fase de adolescência. Essa altura, porque, é a partir desse momento que começamos a “sair da casca” e a encarar o mundo do nosso ponto de vista. Começamos a agir segundo os nossa vontade e nem tanto como a dos nossos pais. Passamos a ser, de certa forma, egocêntricos, pois já não ligamos muito os concelhos dos nossos Cotas já só pensamos na nossa felicidade e queremos atingi-la à nossa maneira. Desde o nosso nascimento à nossa adolescência o nosso destino é traçado pelos nossos pais. Esta acção é possível, visto que somos inconscientes? Talvez, mas não posso prová-lo, mas já posso provar que é possível por sermos obedientes...limitando-nos a viver em função dos deveres (regras impostas pelos nossos pais) e não perguntamos dos nossos direitos, os direitos são os benefícios concedidos pela obediência. E , enquanto os obedecemos eles influenciam as nossas escolhas e, destino de certa forma. A partir do momento que começamos a desobedecer, eles, deixam de ter influencia nas nossas decisões e, consequentemente, nos nossos destinos. O nosso Destino fica à nossa mercê. O facto de querermos e termos a possibilidade de ser senhor do nosso destino, não implica que tenhamos de quebrar os laços que nos unem aos nossos pais; tal como, não significa, deixarmos de fazer as coisas como queremos só porque escolhemos viver em função das regras estabelecidas pelos nossos pais, isto é, escolhemos viver dentro de um circulo onde a nossa liberdade é limitada. Liberdade com limites não significa menos felicidade, apenas mais segurança. Deus é um Pai, que tal como os pais carnais...traça o destino dos filhos, enquanto estes o obedecem. A partir do momento que o começam a desobedecer o destino passa a ser traçada pelos ditos Filhos. O Homem tem a vontade própria pela qual traça o seu destino, escolhendo os seus caminhos. Enquanto acredita em Deus e vive cumprindo os mandamentos que Deus põe à sua disposição, o seu Destino está nas mãos de Deus. No entanto, pode escolher deixar de ser filho de Deus e a partir daí...é o que é...age segundo a sua própria vontade!
quarta-feira, março 23, 2005
as ironias da vida
Sonhador é aquele que acredita em algo, e crê que um dia o alcançará. a vida é um misto de coisas boas e más, em que qualquer um pode ser importante tanto pela positiva como pela negativa.. Na vida fazemos tantas perguntas, que embora não tenhamos resposta ou saibamos que não encontraremos a resposta as fazemos...perguntas tais como: Porquê as rectóricas que fazemos, menmo sabendo que, à partida, não existe resposta que nos satisfaça? Porque é que as pessoas s comportam da forma como se comportam?
a vida dos "niggas"
| Neste momento, o principal tema do meu blog será uma certa tentativa de vos mostrar um pouco daquilo que “nós“ (eu e outros niggas) vivemos, descrevendo algumas situações. Posso cometer erros crassos mas não liguem que eu não sou bom escritor nem bom historiador, apenas bom pensador... Os niggas, antigamente, viviam sob forma de escravos, desde a nascença à morte, e conformavam-se com isso, pois já sabiam o que os esperava na Vida a partir do dia que vierem a LUZ. A Sociedade tem evoluído ao longo dos tempos, embora alguns considerem que o tem feito pela positiva eu discordo, foi a evolução social que trouxe a “vergonha humana”. Se antigamente, havia escravos ninguém os odiava, pois não passavam de simples servos submetidos ao trabalho, ora, hoje, este já não existem, pelo menos com esse nome. Ao adoptarem o estatuto de seres livres, sem querer, implantaram nas sociedade mais avançadas um desejo de exclusão...já não são vistos como seres inferiores, apenas, são agora um parasita que influencia a sociedade. São enviados para as periferias, isolados para que não disturbem a sociedade, os subúrbios, onde só vão os “condenados” como eles ( aqueles que não se aguentam no centros das cidades). Somos diferentes por tradição e seremos odiados pelo estatuto. Não temos o mesmo respeito que é dado aos outros cidadãos queremos que seja feita a justiça, mas isso é algo que nunca acontecerá, queremos ser ouvidos, ouvidos? Mas isso é que nem pensar! O que fazes tu, quando não te queres ouvir, quando a tua máxima é fazer-te ouvir perante alguém? Ou então que fazes se queres explicar algo a uma pessoa e ela não te quer ouvir? A solução da ultima pergunta é dar-lhe uma chapada que logo reflecte e te ouve. Se percebeste estas perguntas e a resposta...então percebes o que os niggas fazem. São excluídos, não são tratados como pessoas normais, são motivos de desconfiança em todos os sítios (mal entram numa loja têm pessoas a controlá-los, tanto segurança em perseguição, como outras pessoas a desconfiarem-se deles e nem sequer o conhecem). O que os leva a fazer isso? A sina que carregam antigamente, ou será o facto de eles quererem dar uma “chapada” e as pessoas entenderem isso mal...talvez, isso nem eu vos posso dizer, deixo a resposta para a imaginação de cada um. Mas, uma coisa vos posso garantir, tal como o Homem, por natureza, é um ser inclinado para o mal e com um grande esforço e força de vontade consegue praticar o bem; todos os seres humanos têm o seu lado discriminatória, racista. E por mais que me custe admiti-lo, também me considero racista. Mas se me perguntam em que medida sou racista? Não vos saberia responder, porque eu não sei, mas acredito que sou, tal como todos vós sois...embora inconscientemente. Isto é apenas a minha teoria quem discordar de tal...que comente! |
Subscrever:
Comentários (Atom)