Em primeiro lugar, começarei por repreender e ao mesmo tempo, mostrar à aqueles que ousam afirmar que a aceitação do Destino implica a negação da vontade própria do Homem para depois explicar a minha posição... Partindo de princípio que todos têm noção do conceito livre-arbítrio, prosseguirei o meu raciocínio. O Homem tem a liberdade de traçar o seu destino, através das suas escolhas. Um Pai responsabiliza-se de seu filho, enquanto este, lhe obedece. Enquanto obedientes, desde crianças até uma certa idade, os pais encaminham-nos para um certo caminho ideal, segundo os seus pontos de vista. Mas, a partir de uma certa altura começamos a “acordar”. essa altura coincide com a nossa fase de adolescência. Essa altura, porque, é a partir desse momento que começamos a “sair da casca” e a encarar o mundo do nosso ponto de vista. Começamos a agir segundo os nossa vontade e nem tanto como a dos nossos pais. Passamos a ser, de certa forma, egocêntricos, pois já não ligamos muito os concelhos dos nossos Cotas já só pensamos na nossa felicidade e queremos atingi-la à nossa maneira. Desde o nosso nascimento à nossa adolescência o nosso destino é traçado pelos nossos pais. Esta acção é possível, visto que somos inconscientes? Talvez, mas não posso prová-lo, mas já posso provar que é possível por sermos obedientes...limitando-nos a viver em função dos deveres (regras impostas pelos nossos pais) e não perguntamos dos nossos direitos, os direitos são os benefícios concedidos pela obediência. E , enquanto os obedecemos eles influenciam as nossas escolhas e, destino de certa forma. A partir do momento que começamos a desobedecer, eles, deixam de ter influencia nas nossas decisões e, consequentemente, nos nossos destinos. O nosso Destino fica à nossa mercê. O facto de querermos e termos a possibilidade de ser senhor do nosso destino, não implica que tenhamos de quebrar os laços que nos unem aos nossos pais; tal como, não significa, deixarmos de fazer as coisas como queremos só porque escolhemos viver em função das regras estabelecidas pelos nossos pais, isto é, escolhemos viver dentro de um circulo onde a nossa liberdade é limitada. Liberdade com limites não significa menos felicidade, apenas mais segurança. Deus é um Pai, que tal como os pais carnais...traça o destino dos filhos, enquanto estes o obedecem. A partir do momento que o começam a desobedecer o destino passa a ser traçada pelos ditos Filhos. O Homem tem a vontade própria pela qual traça o seu destino, escolhendo os seus caminhos. Enquanto acredita em Deus e vive cumprindo os mandamentos que Deus põe à sua disposição, o seu Destino está nas mãos de Deus. No entanto, pode escolher deixar de ser filho de Deus e a partir daí...é o que é...age segundo a sua própria vontade!
quinta-feira, março 24, 2005
Aceitação do Destino
Em primeiro lugar, começarei por repreender e ao mesmo tempo, mostrar à aqueles que ousam afirmar que a aceitação do Destino implica a negação da vontade própria do Homem para depois explicar a minha posição... Partindo de princípio que todos têm noção do conceito livre-arbítrio, prosseguirei o meu raciocínio. O Homem tem a liberdade de traçar o seu destino, através das suas escolhas. Um Pai responsabiliza-se de seu filho, enquanto este, lhe obedece. Enquanto obedientes, desde crianças até uma certa idade, os pais encaminham-nos para um certo caminho ideal, segundo os seus pontos de vista. Mas, a partir de uma certa altura começamos a “acordar”. essa altura coincide com a nossa fase de adolescência. Essa altura, porque, é a partir desse momento que começamos a “sair da casca” e a encarar o mundo do nosso ponto de vista. Começamos a agir segundo os nossa vontade e nem tanto como a dos nossos pais. Passamos a ser, de certa forma, egocêntricos, pois já não ligamos muito os concelhos dos nossos Cotas já só pensamos na nossa felicidade e queremos atingi-la à nossa maneira. Desde o nosso nascimento à nossa adolescência o nosso destino é traçado pelos nossos pais. Esta acção é possível, visto que somos inconscientes? Talvez, mas não posso prová-lo, mas já posso provar que é possível por sermos obedientes...limitando-nos a viver em função dos deveres (regras impostas pelos nossos pais) e não perguntamos dos nossos direitos, os direitos são os benefícios concedidos pela obediência. E , enquanto os obedecemos eles influenciam as nossas escolhas e, destino de certa forma. A partir do momento que começamos a desobedecer, eles, deixam de ter influencia nas nossas decisões e, consequentemente, nos nossos destinos. O nosso Destino fica à nossa mercê. O facto de querermos e termos a possibilidade de ser senhor do nosso destino, não implica que tenhamos de quebrar os laços que nos unem aos nossos pais; tal como, não significa, deixarmos de fazer as coisas como queremos só porque escolhemos viver em função das regras estabelecidas pelos nossos pais, isto é, escolhemos viver dentro de um circulo onde a nossa liberdade é limitada. Liberdade com limites não significa menos felicidade, apenas mais segurança. Deus é um Pai, que tal como os pais carnais...traça o destino dos filhos, enquanto estes o obedecem. A partir do momento que o começam a desobedecer o destino passa a ser traçada pelos ditos Filhos. O Homem tem a vontade própria pela qual traça o seu destino, escolhendo os seus caminhos. Enquanto acredita em Deus e vive cumprindo os mandamentos que Deus põe à sua disposição, o seu Destino está nas mãos de Deus. No entanto, pode escolher deixar de ser filho de Deus e a partir daí...é o que é...age segundo a sua própria vontade!
quarta-feira, março 23, 2005
as ironias da vida
Sonhador é aquele que acredita em algo, e crê que um dia o alcançará. a vida é um misto de coisas boas e más, em que qualquer um pode ser importante tanto pela positiva como pela negativa.. Na vida fazemos tantas perguntas, que embora não tenhamos resposta ou saibamos que não encontraremos a resposta as fazemos...perguntas tais como: Porquê as rectóricas que fazemos, menmo sabendo que, à partida, não existe resposta que nos satisfaça? Porque é que as pessoas s comportam da forma como se comportam?
a vida dos "niggas"
| Neste momento, o principal tema do meu blog será uma certa tentativa de vos mostrar um pouco daquilo que “nós“ (eu e outros niggas) vivemos, descrevendo algumas situações. Posso cometer erros crassos mas não liguem que eu não sou bom escritor nem bom historiador, apenas bom pensador... Os niggas, antigamente, viviam sob forma de escravos, desde a nascença à morte, e conformavam-se com isso, pois já sabiam o que os esperava na Vida a partir do dia que vierem a LUZ. A Sociedade tem evoluído ao longo dos tempos, embora alguns considerem que o tem feito pela positiva eu discordo, foi a evolução social que trouxe a “vergonha humana”. Se antigamente, havia escravos ninguém os odiava, pois não passavam de simples servos submetidos ao trabalho, ora, hoje, este já não existem, pelo menos com esse nome. Ao adoptarem o estatuto de seres livres, sem querer, implantaram nas sociedade mais avançadas um desejo de exclusão...já não são vistos como seres inferiores, apenas, são agora um parasita que influencia a sociedade. São enviados para as periferias, isolados para que não disturbem a sociedade, os subúrbios, onde só vão os “condenados” como eles ( aqueles que não se aguentam no centros das cidades). Somos diferentes por tradição e seremos odiados pelo estatuto. Não temos o mesmo respeito que é dado aos outros cidadãos queremos que seja feita a justiça, mas isso é algo que nunca acontecerá, queremos ser ouvidos, ouvidos? Mas isso é que nem pensar! O que fazes tu, quando não te queres ouvir, quando a tua máxima é fazer-te ouvir perante alguém? Ou então que fazes se queres explicar algo a uma pessoa e ela não te quer ouvir? A solução da ultima pergunta é dar-lhe uma chapada que logo reflecte e te ouve. Se percebeste estas perguntas e a resposta...então percebes o que os niggas fazem. São excluídos, não são tratados como pessoas normais, são motivos de desconfiança em todos os sítios (mal entram numa loja têm pessoas a controlá-los, tanto segurança em perseguição, como outras pessoas a desconfiarem-se deles e nem sequer o conhecem). O que os leva a fazer isso? A sina que carregam antigamente, ou será o facto de eles quererem dar uma “chapada” e as pessoas entenderem isso mal...talvez, isso nem eu vos posso dizer, deixo a resposta para a imaginação de cada um. Mas, uma coisa vos posso garantir, tal como o Homem, por natureza, é um ser inclinado para o mal e com um grande esforço e força de vontade consegue praticar o bem; todos os seres humanos têm o seu lado discriminatória, racista. E por mais que me custe admiti-lo, também me considero racista. Mas se me perguntam em que medida sou racista? Não vos saberia responder, porque eu não sei, mas acredito que sou, tal como todos vós sois...embora inconscientemente. Isto é apenas a minha teoria quem discordar de tal...que comente! |
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